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APRESENTAÇÃO

EQUIPA

BIOGRAFIA

DIÁRIO DE BORDO:

DIREÇÃO ARTÍSTICA

COLABORADORES REGULARES

Desde os finais dos anos 90 que António Oliveira e Julieta Rodrigues,  fundadores e diretores artísticos da companhia RADAR 360º, se dedicaram á pesquisa e escrita no domínio das artes de rua, do circo contemporâneo e do teatro físico. Em 2004 frequentaram um estágio de formação avançada e itinerante de Artes de Rua na FAI AR,  instituição francesa sediada em Marselha. Esta formação foi um motor impulsionador da criação da companhia RADAR 360º, que  nasceu oficialmente em 2005.

Em 2006, a companhia cria o seu espaço de trabalho na Fábrica da Rua da Alegria, na cidade do Porto, com o apoio institucional do IPP e da ESMAE. Durante 8 anos, trabalhou na criação e na investigação de novo projetos artisticos, num contínuo desenvolvimento e aprofundamento de uma linguagem própria e multidisciplinar. Foi criando relações e parcerias com outros criadores, gerando contaminação e questionamento sobre formas de pensar, criar e concretizar.

No início de 2015, a RADAR 360º é convidada para ser uma das companhias residentes no Teatro Municipal de Campo Alegre A companhia tem estado em itinerância continua desde a sua fundação, apresentando workshops e espetáculos em Portugal (continente e ilhas), Europa (Espanha, França, Alemanha, Itália), bem como no Brasil e Macau.  Neste percurso sólido ao nível Nacional e Internacional, a companhia adquiriu 2 prémios:

Em 2012, venceu o prémio de melhor Espetáculo de Rua, com a obra O Baile dos Candeeiros no festival internacional de Teatro de Castilla y León. Em 2015, venceu a primeira edição da Bolsa de Criação Isabel Alves Costa.

As áreas de intervenção artística da RADAR 360º associação cultural são: criação de espectáculos de autor, intervenções artísticas em site-specific, quadros vivos de animação e projetos pedagógicos através da exploração da educação pela arte.
A RADAR 360º é uma associação cultural. Este projecto nasce da vontade de um coletivo de profissionais, provenientes de duas áreas dominantes: Artes performativas (Teatro, Dança, Circo e Música) e Artes Plásticas (Escultura, Cenografia e Arquitetura).

O cruzamento destas disciplinas, conduziu-nos a uma linguagem híbrida onde a criatividade funciona a 360º. O trabalho da Companhia tem sido desenvolvido no campo da pesquisa do corpo teatral, da manipulação de objectos e da utilização de maquinaria de cena. A ocupação do espaço público, a aproximação das manifestações artísticas às pessoas e a utilização de espaços não convencionais para a realização dos nossos projetos, são o nosso habitat natural.

Procuramos parcerias improváveis entre criadores e instituições, no sentido de confrontar experiências e visões. Na coexistência destes factores, descobrimos o nosso próprio discurso, suportado pela articulação de diferentes estéticas e linguagens da criação artística. Surge um novo código de comunicação, que se constrói e reconstrói na partilha da diversidade. A obra artística nasce com um carácter multidisciplinar.